Quanto o banco costuma pedir, o que conta como recurso próprio, por que os custos de fechamento ficam de fora e como juntar com um plano realista. Um guia direto pra quem está comprando o primeiro imóvel.
Equipe habitahub
Juiz de Fora, MG
Entrada é a primeira palavra que assusta quem vai comprar imóvel. Mas o conceito é simples: é a parte do imóvel que você paga do próprio bolso, sem financiar. O banco empresta o resto. Quanto maior a sua entrada, menos você financia e menos juros paga ao longo dos anos. Entender quanto juntar e o que pode compor esse valor já tira metade do peso da decisão.
Na prática, os bancos costumam financiar até cerca de 80% do imóvel em Juiz de Fora, então a entrada típica fica perto de 20% do valor. Em alguns programas e perfis específicos a Caixa chega a financiar até 90%, o que reduz a entrada. É uma faixa usual, não uma regra cravada: o percentual varia por banco e por perfil do comprador.
E tem um detalhe que pega muita gente desprevenida: os custos de fechamento (ITBI e cartório) são separados da entrada. Este guia explica o que conta como recurso próprio, por que esses custos ficam de fora e como montar um plano realista pra juntar o que falta, sem jargão e sem letra miúda. Os valores nos exemplos são ilustrativos e servem só de referência.
Seis pontos essenciais pra você entender quanto juntar, o que conta e o que NÃO entra na conta da entrada.
Entrada é a parte do imóvel que você paga do próprio bolso, sem financiar. O banco empresta o resto. Quanto maior a entrada, menos você financia, menos juros paga ao longo do tempo e mais fácil fica a aprovação. Não existe entrada certa pra todo mundo: depende do imóvel, do banco e do seu perfil.
Os bancos costumam financiar até cerca de 80% do imóvel, então a entrada típica fica perto de 20%. Em alguns programas e perfis específicos a Caixa chega a financiar até 90%, o que reduz a entrada. É uma faixa usual, não uma regra fixa: varia por banco e por perfil. Num imóvel de R$ 300 mil, 20% são R$ 60 mil.
Dinheiro guardado na conta, poupança e aplicações financeiras. FGTS, se você for elegível pelas regras do fundo. Consórcio imobiliário já contemplado. E o valor da venda de outro bem (carro, outro imóvel). Tudo isso pode compor a sua entrada. Cada fonte tem regra própria de uso, vale checar antes.
Atenção: ITBI e cartório NÃO entram na entrada. Em Juiz de Fora o ITBI é de 2% sobre o valor do imóvel, mais as custas de registro em cartório. Some isso e separe por volta de 5% do valor do imóvel só pra esses custos, fora a entrada. Quem esquece desse detalhe trava o negócio na reta final.
Se você for elegível (tempo de carteira, ser primeira aquisição, imóvel dentro do teto e na mesma cidade onde trabalha ou mora, entre outras regras), o FGTS pode entrar como parte da entrada ou abater o saldo devedor. É uma das formas mais comuns de aumentar a entrada sem precisar juntar tudo em dinheiro.
Defina um prazo realista, automatize um aporte mensal pra sair da conta no dia do salário e renda esse dinheiro em uma aplicação segura enquanto junta. Some o que você já tem em FGTS e venda de bens. Um plano simples e constante chega mais longe do que esperar uma sobra que nunca vem.
Os custos de cartório e ITBI têm página própria. Veja em detalhe nos custos de cartório e ITBI em Juiz de Fora e entenda como o FGTS em Juiz de Fora pode entrar na sua entrada.
Exemplos ilustrativos somando entrada (20% ou 10%) e os custos de fechamento (~5% do valor do imóvel, fora a entrada). Os números servem só como referência. Cada caso é um caso e varia por banco e perfil.
| Imóvel | Entrada 20% | Entrada 10% | Fechamento (~5%) | Total do bolso (20% + 5%) |
|---|---|---|---|---|
| Imóvel R$ 200.000 | R$ 40.000 | R$ 20.000 | ~R$ 10.000 | ~R$ 50.000 |
| Imóvel R$ 300.000 | R$ 60.000 | R$ 30.000 | ~R$ 15.000 | ~R$ 75.000 |
| Imóvel R$ 500.000 | R$ 100.000 | R$ 50.000 | ~R$ 25.000 | ~R$ 125.000 |
* Valores ilustrativos do habitahub. A coluna "Total do bolso" soma a entrada de 20% mais os ~5% de custos de fechamento. O percentual financiado varia por banco e perfil. Quer ver as parcelas? Use o simulador de financiamento.
Quatro situações comuns de quem está juntando a entrada em Juiz de Fora. Veja qual descreve melhor o seu caso.
Se você está no zero, comece pelo prazo: em quanto tempo quer comprar? Divida a meta de entrada por esse número de meses e veja se cabe no orçamento. Conferir quanto você tem de FGTS já pode adiantar boa parte. Aporte automático no dia do salário é o que mais funciona.
Saldo de FGTS costuma ser a fonte mais esquecida e uma das mais úteis. Se você for elegível, ele pode entrar na entrada e diminuir bastante o quanto você precisa juntar em dinheiro vivo. Vale confirmar a elegibilidade antes de contar com ele no plano.
Vender um carro ou outro imóvel pra compor a entrada é comum. O ponto de atenção é o tempo: a venda precisa estar concretizada (dinheiro em conta) quando o banco pedir o comprovante de recursos próprios. Planeje a venda com folga pra não correr na hora da assinatura.
Carta de crédito de consórcio já contemplada pode entrar como recurso próprio. Some essa carta ao que você tem em dinheiro e FGTS pra fechar a entrada. Cada administradora e banco tem suas regras de uso da carta, então confirme as condições antes de fechar o imóvel.
O primeiro ponto é separar duas contas que muita gente mistura: a entrada (a parte do imóvel que você paga sem financiar) e os custos de fechamento (ITBI e cartório). Em Juiz de Fora o ITBI é de 2% sobre o valor do imóvel, mais as custas de cartório. Some isso e reserve por volta de 5% do valor do imóvel só pra esses custos, fora a entrada. Quem só junta a entrada e esquece os 5% costuma travar o negócio na reta final.
O segundo ponto é que recurso próprio não é só dinheiro na conta. FGTS (se você for elegível), carta de consórcio contemplada e a venda de outro bem também compõem a entrada. Antes de achar que vai demorar anos pra juntar tudo em dinheiro, confira o que você já tem em FGTS e em bens que pode vender. Muitas vezes falta menos do que parece. Você também precisa caber na parcela do financiamento, então vale conferir o seu comprometimento de renda em Juiz de Fora antes de fechar.
Aviso importante: as informações deste artigo são educacionais. O percentual de entrada, as regras de uso do FGTS e o percentual financiado variam por banco, por programa e por perfil, e podem mudar sem aviso. A alíquota de ITBI citada (2% em Juiz de Fora) deve ser confirmada na prefeitura. Confirme sempre as condições vigentes diretamente com o banco e os órgãos competentes antes de tomar decisão de compra.
Dúvidas comuns de quem está juntando a entrada pra comprar imóvel em Juiz de Fora.
Não existe um número único. Como os bancos costumam financiar até cerca de 80% do imóvel, a entrada típica fica perto de 20% do valor. Em alguns programas e perfis a Caixa chega a financiar até 90%, o que reduz a entrada. É uma faixa usual que varia por banco e por perfil. Num imóvel de R$ 250 mil, 20% seriam R$ 50 mil. Quanto mais entrada você der, menos financia e menos juros paga no total.
Pode, se você for elegível pelas regras do fundo. Em geral o FGTS exige condições como tempo de carteira, ser a primeira aquisição pelo sistema, o imóvel estar dentro do teto e na cidade onde você mora ou trabalha, entre outras. Quando essas regras batem, o FGTS entra como parte da entrada ou abate o saldo devedor. Vale confirmar a elegibilidade na Caixa antes de contar com ele.
Não. Esses custos são separados da entrada. Em Juiz de Fora o ITBI é de 2% sobre o valor do imóvel, mais as custas de registro em cartório. A recomendação é reservar por volta de 5% do valor do imóvel só pra esses custos de fechamento, fora o dinheiro da entrada. Muita gente esquece disso e acaba travando o negócio na reta final por falta desse valor.
Conta o dinheiro na conta, a poupança e aplicações financeiras, o FGTS (se você for elegível), uma carta de consórcio já contemplada e o valor da venda de outro bem, como carro ou outro imóvel. Tudo isso pode somar pra compor a sua entrada. Cada fonte tem regra própria de uso e de comprovação, então vale checar com o banco como cada uma entra antes de fechar.
O habitahub é a ponte entre quem vende e quem compra imóvel em Juiz de Fora. A gente não é imobiliária nem banco, e não fica com a comissão. O papel aqui é reunir os lançamentos da cidade num só lugar, organizar as informações e te ajudar a comparar as opções com calma, no seu ritmo, pra você saber de quanto vai precisar de entrada antes de se animar com um imóvel.
Sobre a entrada, a gente não guarda o seu dinheiro nem decide quanto o banco vai pedir: isso depende do banco e do seu perfil. O que a gente faz é dar transparência pra você entender quanto juntar, o que conta como recurso próprio e quais custos ficam de fora, pra você escolher o imóvel com clareza e seguir em frente quando fizer sentido. Quem decide é você.
A gente reúne os lançamentos de Juiz de Fora e te ajuda a comparar preços com calma, pra você planejar a entrada sem susto.
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Conteúdo meramente informativo. Não constitui oferta de crédito, consultoria financeira ou aconselhamento jurídico. Percentuais de entrada e de financiamento, regras do FGTS e custos de fechamento variam por banco, perfil do tomador, programa e momento de mercado. Os valores apresentados são estimativas ilustrativas do habitahub e cada caso é um caso. Simulações reais e vinculantes só são fornecidas pela instituição financeira. O habitahub conecta quem vende e quem compra imóvel em Juiz de Fora e não atua como instituição financeira.